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Miniveículos são brinquedos de luxo que agradam pais e filhos em BH.

Brincar de carrinho é coisa de criança. Certo? Errado. Réplicas de carros como o Fusca e o calhambeque MP Lafer têm feito sucesso entre pais e filhos. O empresário de Belo Horizonte Marcos Cardoso abriu há pouco mais de um mês uma agência na Região Oeste que vende miniveículos motorizados na Região Oeste. Ele garante que os brinquedos chamam a atenção de quem passa na rua. “Os pais vêm com os filhos, mas a gente vê que eles [os pais] têm interesse em brincar também. É uma boa desculpa”, contou, descontraído.

O empresário Marcos Cardoso aposta nos miniveículos, brinquedos de luxo. (Foto: Pedro Ângelo/G1)

O Fusquinha conversível pesa 190 quilos, tem 2,10m x 1m e custa R$ 15,9 mil. Já o calhambeque tem 230 quilos e mede 2,25m x 1,10m e sai ao preço de R$ 19,9 mil. Os miniveículos são semiautomáticos, possuem três marchas, 125 cilindradas, movidos a gasolina, atingem até 35 km/h e podem transportar duas pessoas, com 140 quilos no total. Os carrinhos são fabricados em fibra.

Por serem brinquedos, Cardoso ressaltou que os minicarros não podem circular em vias públicas e que os clientes são orientados a usá-los dentro de propriedades particulares como fazendas, sítios e condomínios. O empresário disse ainda que os carrinhos fazem, em média, 35 km por litro de gasolina. Eles são fabricados em Londrina (PR), em todas as cores e podem também ser estilizados, com o time do coração ou um personagem infantil, por exemplo.

Para o primeiro semestre de 2015, ele pretende construir, ao lado da agência, pistas e alugar miniveículos para quem quer ter o gostinho de dirigir os brinquedinhos, mas não tem como comprá-los. Para aqueles que podem adquiri-los, o sonho pode ser parcelado em até seis vezes no cartão de crédito.
Cardoso orienta que a manutenção deve ser realizada a cada 20 horas ininterruptas de uso. “É preciso fazer a troca de óleo, a limpeza do carburador e do filtro, como é feito nos carros normais. Os pneus duram de acordo com o uso e o solo onde os carrinhos andam”, salientou.

Atrativa, minimoto chama a atenção das crianças (Foto: Alex Araújo / G1)

 

Motocicletas

Além dos carrinhos, Marcos Cardoso também trabalha com minimotocicletas cross e street, que variam de 50 a 110 cilindradas. No mês de abertura da loja ele vendeu oito motocross e sete streets, além de quatro quadriciclos.

Já que é o único representante da marca em Belo Horizonte e na Região Metropolitana e de olho no nicho de mercado, Cardoso ainda pretende comercializar minivespas, patinetes elétricos, triciclos, minikarts e minitrucks.

Detran-MG

De acordo com a coordenadora de Administração de Trânsito do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG), delegada Rafaela Gigliotti, os brinquedos motorizados realmente não possuem autorização para trafegar em qualquer tipo de via pública porque não estão enquadrados pelo Código Nacional de Trânsito.
Ainda segundo a delegada, os brinquedos não são considerados veículos e por isso não têm emplacamento, chassi e Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Rafaela salienta que o brinquedo “não é meio de locomoção, é apenas um brinquedo”.

Painél de um dos miniveículos mostra a fidelidade ao design original. (Foto: Pedro Ângelo/G1)

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